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5º Ato contra o aumento da tarifa em São Paulo

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Em mais um dia de luta contra o aumento da tarifa do transporte público em São Paulo, apesar de terminar pacífico, ato sofre repressão da PM dentro da estação Faria Lima do Metrô

O ato se reuniu no Largo da Batata, zona oeste de São Paulo, seguiu pela Faria Lima, passou pelo Terminal Pinheiros de ônibus, até voltar ao Largo da Batata, onde foi encerrado com muita festa pelos presentess. Afinal, os manifestantes conseguiram finalizar todo o trajeto, algo quase impossível por conta da repressão policial nos últimos protestos.

Apesar disso, o que se viu meia hora depois dentro da estação Faria Lima do Metrô foi uma prova do fascismo embutido na Polícia Militar através de uma atitude doentia.Foram registrados diversos casos de  abuso policial, além do uso de bombas de gás lacrimogênio lançadas dentro da estação, que é subterrânea e com dificuldade de fuga. Segundo relatos de pessoas que estavam no local e vídeos postados na rede, a PM não poupou os funcionários do Metrô, os transeuntes, idosos e nem uma MULHER GRÁVIDA, que foi atingida por golpes de cassetete.

De acordo com relato do GAPP (Grupo de Apoio ao Protesto Popular), a Polícia Militar começou a jogar bombas depois que manifestantes, de forma pacífica, sentaram na frente de algumas catracas. Mesmo sentados, sofreram violência policial.

O próximo ato está marcado para amanhã (29), no vão livre do MASP, na Avenida Paulista, às 17 horas.

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